Pular para o conteúdo principal

Dúvidas

O que torna esse coração tão aflito?
E essas mentes, consideradas insanas?
Seria essa química que em seus cérebros se ausenta?
Ou um infortúnio proveniente de um pecado estendido?

Dos primatas ou de Adão?
Por Darwin ou por Deus?
Onde estará a explicação
De tanto malefício para um coração?

Desconhecidos que habitaram essas terras
A fé que sustenta povos
Qual será a verdade para tudo?
Desse mundo de sonhos, choros e guerras...

Psicopatas, esquizofrênicos, ateus.
Psiquiatras, terapeutas, religiões.
Igrejas que enganam ou sanam
Esses medos aparentes nos olhos teus.

Nesse pedaço de papel
Junto idéias ou perguntas que não consigo responder
Talvez um dia tudo seja esquecido.
E sobrarão lembranças de um fictício inferno e céu.

Ou Deus me dirá para que vieram
Por que vieram e para onde irão.
E só me resta nesse abismo observar
Esses tolos ou sãos que tanto esperam.

Postagens mais visitadas deste blog

Luz do presente. Presente do meu futuro.

Caminhando por um mar sombrio Procurando a luz enxergar Tropecei em pedregulho vil Entreti-me com o seu pisar Horas a obsoletar Pseudobrilho a desfalecer Desgaste, desgosto no olhar Contentamento com projetos de benquerer O genuíno estaria por vir O vosso, o meu... O nosso. O estado de apatia estaria a partir O meu, o nosso... O vosso. Claridade enfim encontrei Ondas brandas, de harmoniosa serenidade Encantada, teus lábios beijei Desejo, afeto, vontade. Não tens mais de mim em ti, se assim supor Pois somos hoje mais que o mesmo ser Acrescido de esplêndido e cândido amor Pintado de azul no amanhecer

O sorriso da criança

A criança sorria, ria, sorria... Não entendia o motivo de tanta alegria Olhava ao redor, e percebia a escuridão Mas o claro, a criança via, e ria, sorria... Esse ingênuo som Essa doce imagem Assim como tudo o que é bom Como uma bela paisagem Era ver a criança rir, tão contente Era pensar que naquela mente Nada era indecente Nada era displicente Era uma criatura tão pura quanto a verdade E ao lembrar do mundo a maldade Uma lágrima de meu olho esquerdo caia... E a criança só sorria, ria, sorria...

Soquista, Sadoma.

Me sentia, indiferente Tornou-se tão ausente Inatingível, inalcançável De arrogância detestável. Meu sadomasoquismo Te amei além da vida. Coloquei-me em um abismo. Excluí-te seguindo a lida.